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Fanfic - A Confusa História de Mari Ming Onnett


SrBelmont
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        Eeeei pessoal. Desculpem pela demora, é porque essa semana eu estava sem computador porque la em casa sintecou o chão, teve que tirar móvel... tirar tudo e cabei ficando sem pc e net. enfim, mantive tudo salvo no pc do meu serviço e tava arrumando tdo para mandar pra vcs. irei adiantar um pouco a fic para nao ficar tãããão tedioso de ler, não se preocupem :)

espero que gostem desse capitulo. bjim.

PS: prevejo corações batendo forte depois disso aqui... hehehehehe <3                                                                       

 

 

 

 

                                                                           A Confusa história de Mari Ming Onnett

 

Cap 4: enfrentamos um robô e uma árvore, e eu enfrento minha mente.

 

O parafuso a menos era em um construto que analisei no Local sagrado de Periett, o Templo da destruição. Era um DK-mark III que estava bem conservado, porém tinha alguns traços de musgo em seu corpo mecânico e uma coisa que notei era que na parte das mãos, o encanamento visível que fluía a energia vital dele estava com uma cor mesclada de azul e verde escuro, mas ao olhar pelos seus padrões, estava em perfeitas condições, era como se ele tivesse sido muito bem preservado.

 

- eu já conheço esse robô – Ronan pegou seu gládio e olhou para mim com um olhar de curiosidade – Mari, já que você sabe sobre ele, consegue desativa-lo?

 

Eu observei novamente o DK-mark que erguia seus braços e girava a cabeça. Algo emanava dele além de eletricidade, ele conseguia formar um campo que tinha uma funcionalidade diferente. Dois espantalhos se ergueram assim que ele fez isso.

 

- como assim? – Elesis ergueu seus sabres – usei toda minha força para deter essas coisas e elas voltam? Qual é a desse robô?

 

Ele movimentou os braços para trás, e acionou a propulsão para se locomover mais rápido para frente, deixando a parte torácica visível. Foi ai que eu pude perceber o que estava acontecendo de anormal com o construto. Havia uma pequena rachadura do lado esquerdo dele, que fazia com que o encanamento interno dele, tivesse contato com a superfície da floresta e alguma coisa do DNA divino da deusa estava no ar e no musgo, mesclando energia e propriedades vitais no fluído interno dele, alterando totalmente as propriedades dele, lhe tornando uma criatura hibrida, com controle parcial sobre algumas partículas orgânicas.

 

- a energia que corre por dentro do encanamento dele está com uma mutação! – eu falei em voz alta – as propriedades elétricas e vitais delem estão alteradas, fazendo que ele gere em vez de um campo de eletricidade, um campo com regeneração acelerada das células de criaturas vivas ao redor, tendo também a habilidade de criar um campo de expansão manipulando uma camada de oxigênio ao redor!

 

- o que isso quer dizer? Traduz? – Elesis olhou para mim atônita sem entender nada.

 

Suspirei. Esqueci que eu consigo compreender os fenômenos físicos e químicos ao meu redor e preciso traduzir para a linguagem mais simples…

 

- ele regenera a vida ao redor, e cria uma onda de impacto! – dei um sorriso com uma cara bem falsa, porque eu estava bem preocupada com esse construto, alguma coisa nele estava errada – então cuidado!

 

- pode desativa-lo? – Jin chegou perto de mim em posição de luta para o espantalho.

 

- desativar eu posso, porém preciso fazer uma análise dele primeiro.

 

- como assim análise?

 

Olhei rapidamente para Elesis e Sieghart, bom… já que eu agora era um membro da Grand Chase, acho que posso pedir alguns favores. Eu sabia que o monstro podia fazer…

 

- Elesis, Sieghart, será que vocês podem literalmente… quebrar o DK-mark pra mim?

 

Os dois me olharam sorrindo até as bochechas, sinal que eu os agradei com o pedido.

 

- foi a melhor coisa que você pode pedir pra mim garota! – Ela me elogiou e correu até o monstro. Sieghart a acompanhou e eu os observei lutando um pouco.

 

- eu acho que podemos mandar aquelas coisas para o túmulo novamente – Lass pegou suas adagas e preparou duas shurikens em seus bolsos para lançar – Mari, ele basicamente regenera vida dos outros, devemos abater os monstros longe do robô?

 

- sim, e ele consegue criar uma onda de impacto que afasta tudo ao redor dele, como uma explosão de ar.

 

- seu Arrasador pode ser útil – Ronan observou e arme chegou perto dele – junte-se com Lire e comigo para detê-los o mais rápido possível. Arme, você vai com o Jin e a amy, o procedimento é o mesmo: lançar eles ao ar e em seguida afasta-lo com alguma habilidade. Lass e Ryan, preciso da velocidade de vocês dois, creio que um ninja e um lobo podem ir atrapalhando o processo de regeneração desses bichos, caso ele tente ressuscitar algum mais.

 

- Certo. – Lass respondeu e Ryan logo começou a se concentrar. Eu já havia visto isso uma vez e confesso que foi muito bom de ver e de presenciar, já que eu nunca presenciei uma coisa dessas, que eu lembre claro, e que no caso… não (e não sou muito boa em fazer piadas, como o Sieghart)

 

Deixamos Elesis e Sieghart brigando com o robô, que aparentemente os dois juntos davam uma equipe bem nervosa, e segui meus colegas para dois espantalhos que o DK-mark trouxe de volta, enquanto os outros ficaram com mais alguns espantalhos e vinhas venenosas monstruosas (O nome foi inventado pela Amy e pra mim… ficou mais adjetivos e entrelinhas que diziam: monstro feioso!), como todos sabiam dos efeitos que aconteciam ao derruba-los, era certo a vitória.

 

Ronan ergueu seu gládio e foi direto para os espantalhos, os dois trabalhavam em conjunto, utilizando a língua, como uma pequena lança afiada, Lire atirava flechas atrás de flechas, e poucas acertavam um dos dois. Eu conjurei um canhão nível dois para ajudar, porque eu sabia que as balas aperfeiçoadas podiam encurrala-los devido ao fogo.

 

- Lire! Atire mais depressa! Vou atrai-los para as chamas das balas e você os deixa encurralados.

 

- Certo! – ela rodopiou em volta de si novamente e ergueu o arco de novo e disse novamente uma fala em élfico , e um símbolo de um arco em flecha e um círculo em X surgiu no ar e a arma dela começou a brilhar. Aquilo pelo o que eu me lembro deixava a elfa com uma velocidade de ataque incrível, e isso deixaria os espantalhos em desvantagem, calculando o intervalo entre seus pulos contra a velocidade das flechas, seria certo o pedido de encurralar.

 

 - RUNA ESPIRAL! – Ronan convocou e isso não acertou os monstros, percebi que era só para atraí-los para perto do fogo que minhas balas criaram. Ele olhou para mim e olhou para o outro grupo que estava bem ocupado com uma vinha monstruosa e um espantalho. Pude entender que ele queria que eu auxiliasse o outro grupo e assim o fiz. Olhei a distância em que eu estava e logo sabia a qual força eu colocaria no impulso da saída da bala, logo conjurei o canhão nível Dois com as balas flamejantes já prontas para ajudar o pessoal.

 

- tomem isso! – Ronan Gritou, deu um salto e um brilho azul marinho surgiu dele, logo ele enfiou o gládio na terra e o solo começou a brilhar em uma área circular, os monstros foram levantados pelo impacto, seguidos de lâminas espectrais azuis – FÚRIA DE CANABAN!

 

Foi o tempo certo de Lire saltar e focar sua energia em seu gakkung, fazendo com que duas asas brilhantes verdes surgissem em suas costas.

 

- DISPARO ACELERADO! – os espantalhos levaram uma surra de tantas flechas e subiram um pouco mais para o alto. – engulam isso aqui também! – ela disparou cinco flechas explosivas que aumentaram o dano causado. Logo Ronan olhou para mim.

 

- Mari! Sua vez! – gritou ele e logo sabia o que fazer . Corri até o local do impacto e aonde os dois sapos caíam e pulei, logo forcei meu corpo a girar com a energia fluindo em meu corpo.

 

- ARRASADOR! – uma pancada de energia foi o suficiente para afasta-los pra bem… mais bem longe mesmo, em questão de metros. Pisei novamente no chão com um olhar feliz, porque estava tudo reagindo conforme um sistema hidráulico: fluxo e encaixe perfeitos. Olhei para o lado e vi que meus companheiros faziam o mesmo. Foi uma junção de Antigravidade da maga, uma área de luz que o lutador Jin chama de Nirvana e para joga-los longe, terminou com o Chute Meteoro de Amy, e o resultado foi o mesmo, todos explodiram quando estavam bem distantes, sem causar nenhum dano aos meus companheiros.

 

- eyaaaaah! – Sieghart forçou sua lâmina – LÂMINA ESMAGADORA!

 

O DK-mark estava tendo dificuldades em lançar seus orbes para nos atacar, o que ele mais fazia era criar explosões de ar para afastar os dois e subia um brilho verde para começar a curar a si mesmo e trazer os monstros de volta, mas ele era impedido, logo, era uma coisa a menos para se preocupar.

 

- CORTE VENENOSO! – Lass apareceu de repente e uma aura roxa pairava nos monstros e o ninja cortava um boneco de pano com uma velocidade alta demais e causava dano nos monstros, inibindo os processos de cura do robô.

 

- ah! Tem um que escapou! – Elesis alertou e fez um passo em falso, mais querendo ir em direção ao monstro.

 

- ei netinha! Foque no Robô! – gritou Sieghart para ela e logo acumulou energia nas mãos, seria sua fúria? E logo avançou impactando o DK-mark – INVESTIDA FANTASMA!

 

A vinha venenosa que começou a correr foi surpreendida por duas garras de um animal, um lobo, sabia logo que era o elfo Ryan, que uivou e logo avançou correndo, arranhando a vinha venenosa monstruosa com uma velocidade incrível.

 

- é o Frenesi do lobo – observou Lire, enquanto corríamos para ajudar os outros – bem esperto da parte dele.

 

No final ele soltou um uivo bem alto que gerou uma onda de choque, afastando bruscamente o monstro e automaticamente a sua nevoa ácida. Tudo estava Ok, só faltava…

 

-TERREMOTO! – Elesis bateu seus sabres com muita força no construto. Ele literalmente rachou e se quebrou igual a um vaso e sua estrutura ficou totalmente esparramada no chão. Ela ergueu os sabres rindo e veio para perto de mim.

 

- ele é fracote demais pro meu gosto! Garota sabe-tudo, ainda quer analisar essa porcaria toda desmantelada?

 

- tudo conforme o planejado – sieghart disse com uma voz fina demais querendo me imitar. Confesso que soltei uma risada quando escutei aquilo e todos também riram, mais logo mudei o humor quando ele chegou perto de mim e colocou sua lâmina no chão. Ele me observou com uma face bem irônica.

 

Meus batimentos cardíacos estavam normais até demais para a ocasião.

 

- já que sou sua cobaia número dois, quer a ajuda de um burrinho para analisa-lo? Tenho certeza que será divertido.

 

 Foi ai que meus batimentos dispararam e pude sentir meus dedos formigando e suando frio. Minha adrenalina começou a subir sem fazer nenhum esforço físico, logo peguei meu manual e minha caneta mágica e o observei com um… sorriso?

 

- ah claro. Será um prazer.

 

- pessoal vejam! Um mognum! – Lire apontou para uma espécie de árvore ambulante que aonde ela pisava, tudo começava a nascer: plantas, flores, alguns pequenos bichos começavam a emitir sons de tranquilidade, até ele passar tranquilamente por uma barreira de madressilvas espinhosas e se arranhar inteiro e soltar seiva. Logo presumi que era sangue, até ela começar a emitir uma aura bem verde e seus ferimentos cicatrizarem rapidamente.

 

- eita! – Arme observou – parece com meu feitiço Cura divina… aura de regeneração!

 

- será que conseguimos detê-lo? – Lass perguntou com uma cara de: inimigo novo? Eba! – eu particularmente nunca lutei com uma árvore ambulante, o máximo foi com plantas pequenas quando chegamos em Xênia.

 

- nós já temos um pequeno histórico disso – Elesis olhou para Lire e Arme, fazendo com que as duas dessem uma risada e pegassem suas armas – vamos lá ninja, hora de te ensinar umas técnicas de podar árvores.

 

Todos riram e seguiram as garotas.

 

- Sieghart, e você? – Ronan perguntou para ele, que estava me ajudando com algumas coisas do DK-mark destruído.

 

- eu vou ajudar a Mari. Precisamos ver a mutação que está ocorrendo nesse monstro. Será que dá pra lutar sem mim?

 

Amy chegou perto de Ronan e olhou para mim. Logo deu uma rápida piscada e segurou ele pelo braço.

 

- Menino! Certeeeeza que a gente dá conta do recado. Precisamos da análise da Mari Fofura pra ver se não vamos ter problemas pela frente certo?

 

Meu interior estava era compilando um algorítmo de Festa. Porque será que senti minhas bochechas ficando um pouco vermelhas e quentes? Logo olhei para cima e para ela primeiro como quem diz: Agradecida! E depois olhei para Ronan.

 

- sim. Vou precisar dele aqui.

 

- tudo bem então. Vamos lá Amy. – os dois seguiram para a batalha e amy começou a emanar uma energia rosa toda alegre.

 

Por fim, bufei e peguei meu manual com força.

 

- vamos analisar esse DK-mark.

 

E logo iniciei. Por mais que eu ficasse inibida um pouco por ter ele ao meu lado, procurei não me distrair, para poder saber se tinha chances do monstro retornar ou não, era bom a companhia dele, mais ao mesmo tempo eu fiquei um pouco preocupada. Peguei uma placa rúnica que tinha dentro do corpo mecânico dele, mais ou menos aonde é localizado o abdômen humano e vi que tinha pedaços de cano quebrado, como se fossem migalhas de pão jogadas em um prato, o curioso era que estava normal, sem nenhuma alteração orgânica, só estava naquele estado devido as pancadas fortes demais que ele recebeu.

 

- Mari… posso lhe fazer uma pergunta?

 

Meus sentidos ficaram em alerta.

 

- Sim. Claro.

 

- Porque você simplesmente me repara muito, e confia um pouco mais em mim do que nos outros?

 

Fiquei anotando algumas coisas em meu manual, mais isso prendeu em parte minha atenção. Logo comecei a pensar muitas coisas para dizer a ele… Aaah! Santo construto! porque fico indecisa em falar algo para ele? Ok… hora da sabatina, logo... fechei meu manual e guardei minha caneta

 

- Eu literalmente não sei porque. Eu sinto que você possui alguma resposta para me ajudar… não sei dizer ao certo…

 

- Então… eu sou uma resposta pra você nisso tudo? Ou seria uma cobaia para você estudar?

 

- Não… não é isso… - Eu literalmente odeio quando essas coisas acontecem… Certo, hora de falar a verdade… - é porque você é um imortal e possui características que em parte eu considero vitais para aprender e pesquisar, e também porque como você tem um grande conhecimento sobre várias coisas… talvez você possa me ajudar com minha amnésia.

 

Senti meu interior respirando e dizendo: ufa… passou! Ele pareceu me entender e logo abriu os olhos arregalados.

 

- Ah… entendo. Você ficou treinando isso quando tempo para falar tudo direitinho?

 

- Eu não treinei – dei uma risada leve – essa é a verdade.

 

Ele riu também.

 

- Então eu passei de resposta, para ajudante e ao mesmo tempo cobaia? Acertei senhorita sabichona?

 

- Definitivamente sim imortal. – sorri e ele também.

 

- Então… o que aconteceu com esse robô?

 

Opa! Me distraí! Melhor eu voltar para a minha análise.

 

- curiosamente a mutação da floresta não chegou nas placas dele. sobre o efeito de campo de cura, talvez seja que venha um impulso do córtex cerebral dele. E isso é estranho porque geralmente quando algum organismo deseja se instalar, começa por aqui. – apontei para a placa e peguei o meu manual, comecei a anotar nele, exatamente na página cinquenta e um sobre:  protótipos que se locomovem sozinhos.

 

- como assim? – ele me perguntou gentilmente.

 

- pegue aqueles pedaços ali por favor.

 

- esses? – ele apontou e eu afirmei com a cabeça. Não sei como, mais eu sei que para saber aonde estava o erro, precisava “reconstruir” algumas partes para poder entender aquilo. Ele pegou os pedaços que estavam no lado direito dele, e ele foi me entregar.

 

-Aham, parece que o sistema vital dele e os nutrientes da floresta entraram em uma simbiose, ou seja: provavelmente é o córtex, assim como muitos fungos que preferem se instalar no cérebro de criaturas vivas... – percebi que enquanto eu falava, ele começou a brincar com um pedaço de placa, até que aconteceu algo.

 

 Acidentalmente, essa peça ia cair até que ele a pegou no ar, e eu tive o instinto de querer pega-la também.

 

O resultado foi: minha mão e a dele se encontraram e se encostaram. Olhei para o rosto dele na hora e ele olhou para o meu… pude sentir o calor que emanava de sua palma e algo parecido com adrenalina pulsando nas pontas de seus dedos, e o jeito que ele me observava… de maneira intensa... com aqueles cabelos desarrumados… eu acho que…

 

- Não podemos perder nenhuma peça não é? – disse ele baixinho para mim, e senti seu rosto se aproximando do meu. Alguma força ou vetor de não sei aonde estava levantando meu rosto para o dele, nossas mãos estavam entrelaçadas, como peças de quebra cabeça. Pisquei meus olhos duas vezes, tentando voltar para a realidade.

 

- Hm… Sieghart… eu não sei… - eu comecei a gaguejar, até ele soltar uma pequena risada de seus lábios e ele tocar meu queixo.

 

- Senhorita Mari… isso não está nos seus cálculos, tenho plena certeza.

 

E nossos lábios se encontraram e fechei os olhos. Não me preocupei com o tempo… nem nada do tipo, parecia que minha cabeça tinha alguma habilidade cronológica, porque eu literalmente senti tudo correr bem lentamente…

 

E lentamente…

 

- Cuidado! Espinho do chão! – Ryan gritou para todos que se espalharam, a sorte que é todos ficaram focados em destruir o mognum, portanto ninguém viu. Rapidamente nós nos soltamos e senti as palmas das minhas mãos ainda com o calor dele…

 

- Que ninguém saiba disso por favor. Já que você tem amnésia, eu tenho uma certeza. Vou ali ajudar os outros enquanto você termina aqui, mais uma coisa eu posso lhe dizer…

 

- O que? – abaixei para pegar meu manual que caiu no chão para continuar e fingir que nada aconteceu, até que ele chegou mais perto de mim ainda e me deu um selinho rápido.

 

- Sentimentos não morrem ou se corroem fácil Mari, saiba disso – ele pegou sua lâmina e se preparou para correr – até breve Mari.

 

E ele saiu correndo para a batalha, me deixando em pé, com minha cabeça literalmente ricocheteando de lembranças que retornavam, mais não me deixaram mal… me deixaram feliz e com um leve sorriso no rosto. Senti que meu corpo estava separado, como se você se observasse por cima e não pela sua visão comum.

 

- até breve… Erc…nard.

 

O que foi que eu disse? Como assim? Ercnard? e senti que isso que ele me disse… veio de muito tempo… como se fosse algo antigo. Agora era certo o que estava dentro de mim, e era um sentimento, algo humano e que se conectava em mim, melhor do que um encanamento… era...

 

Paixão… Amor!

 

Edited by SrBelmont
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chesus que isso *-* sua fanfic é a melhor fanfic de gc que já vi em toda a minha vida :gc20:

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Mais pra frente, a coisa arde um pouquinho mais hehehe :) 

Edited by SrBelmont
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muito bom parabêns pela Fanfic!

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Em 27/01/2016 at 3:57 PM, King_Dede disse:

MDDSAASSSSSJIAOPSJIADSJCA   

Eles Beijaraum *_*

Sem spoiler plis '-'

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Muito obrigado pelo Elogio pessoal :) , ja estou agilizando o próximo capitulo pra nao ter problemas rs. ah, pensei tbm em fazer mais uma ( pq sim, adoro escrever) porém de outro personagem, Sugerem algum? rs 

bjim de luz e tecnologia pra tdos. 

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4 minutos atrás, SrBelmont disse:

Muito obrigado pelo Elogio pessoal :) , ja estou agilizando o próximo capitulo pra nao ter problemas rs. ah, pensei tbm em fazer mais uma ( pq sim, adoro escrever) porém de outro personagem, Sugerem algum? rs 

bjim de luz e tecnologia pra tdos. 

Minha e do L-Lass senpai... /o.ô/

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27 minutos atrás, SrBelmont disse:

Muito obrigado pelo Elogio pessoal :) , ja estou agilizando o próximo capitulo pra nao ter problemas rs. ah, pensei tbm em fazer mais uma ( pq sim, adoro escrever) porém de outro personagem, Sugerem algum? rs 

bjim de luz e tecnologia pra tdos. 

Poderia ser do lupus, pq n tem historias legais dele, alem do mais tem vários elementos que vc poderia colocar como o Circo dos pesadelos, o Expresso de Hades, Berkas e sem falar em uma historia cruzada pois o Lass participa do começo da historia dele.. 

giphy.gif

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Vou anotar aqui as sugestões...

1a: Lass

2a:Lupus

Pra mim vai ser ultra mega power interessante fazer :) .

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4 hours ago, SrBelmont said:

Muito obrigado pelo Elogio pessoal :) , ja estou agilizando o próximo capitulo pra nao ter problemas rs. ah, pensei tbm em fazer mais uma ( pq sim, adoro escrever) porém de outro personagem, Sugerem algum? rs 

bjim de luz e tecnologia pra tdos. 

 faz do sieg tbm... seria top..começando desde os tempos antigos em q ele n tinha a imortalidade ainda...ate o avatar de hj *-* 

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Mds vou morrer ? muito bom bom man ??? se precisa fazer um livro com essa história vou guarda ela pra smp kkkk prox cap ? Cade cade cade ???

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16 horas atrás, SrBelmont disse:

Muito obrigado pelo Elogio pessoal :) , ja estou agilizando o próximo capitulo pra nao ter problemas rs. ah, pensei tbm em fazer mais uma ( pq sim, adoro escrever) porém de outro personagem, Sugerem algum? rs 

bjim de luz e tecnologia pra tdos. 

 

11 horas atrás, keizark disse:

 faz do sieg tbm... seria top..começando desde os tempos antigos em q ele n tinha a imortalidade ainda...ate o avatar de hj *-* 

cara se vce fazer do sieg , vai ser muit bom desde o começo vai fica show man S2 sieg & mari S2

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2 horas atrás, Rafael Bitencourt disse:

Mds vou morrer ? muito bom bom man ??? se precisa fazer um livro com essa história vou guarda ela pra smp kkkk prox cap ? Cade cade cade ???

Cara... vc me deu uma ideia show demais rsrsrsrs. com certeza vou pensar nessa possibilidade com mto carinho rsrsrs

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Quando sai o prox cap? :S

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5 minutos atrás, SrBelmont disse:

Cara... vc me deu uma ideia show demais rsrsrsrs. com certeza vou pensar nessa possibilidade com mto carinho rsrsrs

:gc17:

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19 minutos atrás, Geas disse:

Quando sai o prox cap? :S

ja adiantei uma boa parte do cap. vamos ver se hj a noite ja termino e posto senão... amanhã de manhã.

Edited by SrBelmont
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3 minutos atrás, SrBelmont disse:

ja adiantei uma boa parte do cap. vamos ver se hj a noite ja termino e posto senão... amanhã de manhã.

mais posta msm em vou fica esperando kk ansioso d+ man ta muit bom iss .....

 

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e agr que lembrei rsrsrs:

além do char oculto que vou fazer a fic, a reencarnação da deusa do leste também terá uma fic. deixa eu pelo menos terminar esse cap pra adiantar mais rsrsrs, just... wait... :D

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Mari Ming Onnett
        

                 I - capitulo 1
        

 

            Porque ele faz isso? Tantas coisas que não fazem sentido. O tempo brinca de ir e vir e isso  me desnorteia, por mais que tenha tudo corrido, de certa maneira bem, não sei o que fazer ou pensar. O que sei se resume a pouco. Meu nome? Mari, Aparento ter entre dezessete e vinte anos, cabelos de uma coloração azul, olhos com variações em suas cores, heterocromáticos, roupas de tecido branco com detalhes azuis e um livro, um manual para ser mais exata. Abrindo o manual e o lendo sinto-me como se já fizesse o mesmo por diversas vezes. Anotações, cálculos e desenhos de diversos, como eu posso chamar, protótipos e armas? Algo familiar aqui, será minha letra nessas anotações? então é certeza,todos esses projetos eu consigo realizar e conjurar.
           - Ei, amore! Vamos indo! Não podemos perder o passo! – Amy Pliê,companheira da equipe,  espécime do sexo feminino, cabelos cor-de-rosa, uma dançarina, serva dos Deuses de onde estou pisando nesse momento, o conjunto de ilhas flutuantes, Xênia. Nota. Sorridente, parece feliz. Fiz um gesto de aprovação com o olhar, mais não estava muito animada à me locomover, por mais que a terra seja grande e sua cultura suntuosa, sinto em meu âmago que não deveria me ocupava muito com Xênia, tinha outras prioridades a fazer e coisas à estudar. Essa é minha sina, o estudo, estudar tudo ao redor me fascina de uma maneira imensurável. A necessidade de querer detalhar tudo ao meu redor, seja orgânico, inorgânico,vivo, morto, mecânico ou não. Sabe, é maior que eu, essa ânsia de curiosidade que não consigo controlar.

           - Ei, Mari! -Virei meu rosto, fechei o manual e observei-o cara-a-cara. Seu cabelo preto desarrumado, seu casaco com mangas abertas esvoaçantes, sua lâmina presa  em sua cintura e aquele sorriso de muito humor, talvez pura maldade, que inexplicavelmente me puxavam mais e mais perto dele. Ercnard Sieghart, o Imortal, só de olhar para ele...eu não, eu não sei. fico curiosa em saber o que acontece que quando o olho. Alguma coisa me atrai em seu ser, me sinto conectada de algum jeito, não sei a razão disso. Presumo talvez que seja seu biótipo fascinante, seu corpo não envelhece, rejeitando as leis naturais, eu sei que devo estudar isso mais a fundo, como um corpo consegue evitar as leis mais básicas da natureza? Como pode se manter de pé por tanto tempo, se curando de maneira tão rápida? E como ele é tão,como é mesmo a palavra? Ah, sim. Não deveria perder meu tempo com essas coisas de...Aaah, mais uma enxaqueca de tanto ler livros! Não quero saber.            
     - hum?- foi a maneira monotônica e acanhada que consegui me pronunciar.
     - Melhor se apressar um pouco. Temos que chegar logo nos domínios da Deusa Gaia!
     - Hum, ah! Claro. – respiro um pouco fundo – Desculpe,estava curiosa com…
     - Alguma coisa em seu livro? – perguntou-me com um tom extremamente gentil olhando profundamente para meus olhos. Porque será que senti minha temperatura corporal aumentando, seria o ambiente?
Mais uma vez demonstrei que sim com a cabeça. Logo sua mão encontrou a minha testa e percebi que ele arrumou uma mecha de meu cabelo, que cobriam parte do meu campo de visão, deixando minha testa um pouco mais a mostra.
      - Não se preocupe, logo terminaremos isto, você poderá me analisar como quiser.
      - Ah! Sim, com certeza. – respondi afobada. Sabia que seria uma oportunidade unica estuda-lo, e alguma coisa dentro queria sair, dizer algo. Me contive, para não falar nada errado. Não sei o que é, se parece com um sentimento e é, de certa maneira estranho. Segui correndo a seu lado para junto da equipe. 
    Arme Glenstid, a maga. Bom, pelo menos foi o que eu consegui ouvir de seu nome, foi a primeira a notar meu retorno ao lado de Sieghart, ela sorriu para mim e eu sorri, da melhor maneira que conseguia demonstrar, de volta. Todos aqui me tratavam bem, como se fosse um deles, por mais que eu ouvisse algumas fofocas correndo entre eles sobre minha identidade. Não os culpo, sei que isso não deve tomar meu tempo. Minha memória está muito fragmentada, sinto isso, apenas tenho conhecimento apenas do que posso fazer, unir magia em mecanismos, que pra mim não é esforço algum.           Lire Eruel, a elfa arqueira, foi uma das que se espantaram com minhas habilidades, a pequena maga de espectro violeta, me disse que eu era um prodígio e deveria ensinar para os outros o que sei. Sei que ela está errada, por mais que eu não queira ser egoísta, são essas habilidades que me distinguem dos demais integrantes da equipe. 
    Sei que posso ajudar essa equipe a evoluir para outro nível, penso que com eles posso chegar a descobrir quem sou.

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Reescrevi o primeiro capitulo pq achei muito confuso, mal escrito e ilegível.

fica ai pra galera dar uma comparada, ver se agrada mais.

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Eeei amores. era pra ser no sábado, mais cabou que nao trabalhei pq decidi folgar e esqueci da linda fic. vão dando uma lida porque pretendo molhar algumas coisas no 6. bjim de luz e tecnologia pra todos :)

PS: se alguém quiser fazer elogio mais privativo ou alguma sugestão ou crítica construtiva( daquelas que eu construo um relacionamento amigável e não um túmulo) meu inbox está aberto pra vcs todos, pq nao ataco, a não ser que me ataquem e adoro indiretas muhahahaha. bjim

 

A confusa história de Mari Ming Onnett   

Cap 5: Melhor avançar, pois uma deusa está em apuros…

 

 

 

Voltei para minha pesquisa com os destroços do DK-mark III, mas percebi que a demora foi maior, porque volta e meia estava observando o imortal lutando contra o Mognum. Ao mesmo tempo que eu estava interessada em saber mais coisas sobre o meu inimigo, estava lembrando daquele nosso… como eu posso dizer… Momento, juntos. Com o que será que eu estava na cabeça hein?

 

Depois de rever todo o encanamento e anotar tudo o que eu pude descobrir sobre a mutação do construto, decidi ir para o córtex cerebral e para variar…

 

- é claro… se instala como um fungo de formigas! – comecei a escrever sobre isso com uma velocidade incrível porquê… era impressionante essa descoberta.

 

Pra você que não está sabendo o que é isso, existe um fungo que se instala na cabeça de certas espécies de formiga e faz com ela tenha comportamentos que não são do seu cotidiano. Ela tem uma locomoção bem reduzida (aproximadamente quarenta e cinco por cento de redução) e ainda por cima se prendem a uma folha comum e ficam lá por aproximadamente vinte e quatro horas por dia. Pelo o que eu consegui comparar, o organismo, bactéria ou não sei o que mutante, se instalou na cabeça do construto preservando sua placa original, mais não o alterava em fazer certas funções locomotoras ou… coisas semelhantes. E é claro que eu sei que vem aquela pergunta: “Como você sabe?” e por mais que eu tente pensar, eis minha resposta: “Não sei.”

 

Vi que nele tinha um ramo parecido com o de uma videira, mas era grossa e conectava parte do encanamento que… estava quebrado aparentemente e fazia com que ele tivesse essa função de regeneração acoplada. Percebi que ele também podia se regenerar a qualquer minuto, então abri minha mão direita e soltei uma pequena rajada de energia para derreter aquela vinha e consegui. Logo seu sistema começou a ativar e sabia que logo sabia que iria explodir.

 

- ah céus… - abri meu manual – ARRASADOR!

 

As peças voaram em conjunto para um pouco distante e logo explodiram, como o construto fazia sempre quando era destruído. Respirei aliviada e logo comecei a escrever sobre aquilo. Se iriamos enfrentar uma floresta inteira, já sabíamos o que aconteceria caso encontrássemos com mais algum robô ou outro monstro.

 

- Olhem! Ele está virando um espantalho! – Jin apontou, e todos foram a forra contra ele. Apenas o imortal se retirou e voltou para perto de mim. Arme, Ryan e Amy estavam em um certo canto revendo todos os kits de cura, porque para encontrar a deusa… iriamos precisar de toda a força possível. Senti uma mão quente em meus ombros e quando olhei era ele…

 

Céus… meu corpo estava literalmente ativado no piloto automático, porque logo esbocei um sorriso leve.

 

- olá senhorita. A pesquisa foi proveitosa? E… - ele olhou e não viu as peças – o que fez com elas?

 

- sim a pesquisa foi proveitosa e… as peças explodiram assim que eu retirei o intruso herbáceo do córtex cerebral dele. Decidi afasta-las por precaução. – sem perceber, eu respondi de maneira fria e curta.  Ele me observou com cara de tanto faz, até segurar minha mão novamente. Minha memória está fragmentada, mas a lembrança daquele momento em que exercitamos todos os músculos da região da boca não saia da minha mente e foi, de acordo com minha avaliação pessoal: muito bom.

 

- está tudo bem com você?

 

- sim é só… - eu troquei o manual de braço – eu só estava pensando que… para derrotarmos mais DK-marks afetados, precisaremos de expor o córtex dele e queimar com alguma Pirotécnica, porque assim, inibiremos seu processo de regeneração.

 

- piro… o que?

 

- técnica que utiliza fogo. Basicamente isso. – ele me observou satisfeito com a resposta.

 

- porque será que sinto que você só pensou nisso agora e sua mente estava focada em outra coisa em?

 

Meu coração perdeu uma batida. Como ele tinha esse poder de descobrir o que eu estava pensando de verdade? Bom… pensei isso até ele encostar a mão dele na minha, percebi que quando ele chegava perto, não seria uma boa coisa eu esconder algumas coisas…

 

- você me pegou imortal, não sei porque mais… sinto que isso é algo passado, é como se… eu já tivesse feito isso.

 

- eu acho que já fez – respondeu ele com uma face bem sarcástica – você vai se lembrar disso. Agora… que tal nos juntarmos? Precisamos nos apressar!

 

Eu soltei minha mão e caminhei ao seu lado até o restante do grupo. Foi um momento rápido de curar feridas e outras coisas, além de um breve descanso, porque teríamos que enfrentar uma floresta inteira para achar a deusa. Ryan e Amy se adiantaram dizendo para todos sobre os kits de primeiros socorros que estavam em uma quantidade bem pequena, e que deveríamos tomar muito cuidado porque aquela floresta era bastante perigosa e precisávamos economizar os kits também.

 

Ronan chamou Elesis e Sieghart e pediu para que fossem na frente para formarem uma linha de ataque bem ofensiva, já que conhecíamos nossos inimigos bem, a ideia principal era eles avançando e quem estivesse atrás utilizasse técnicas surpresa para ajudar a abate-los.

 

- Mari, vou precisar de você na linha de frente conosco.

 

Percebi que aquilo deu um motivo para o imortal sorrir para mim e Amy ficar feliz também.

 

- Sim. Mas… não sou uma guerreira de espada, eu…

 

- Você é uma boa observadora, pode nos avisar de qualquer problema além dos olhos élficos de Lire e Ryan. E caso tenha alguma coisa tecnológica de Periett por aqui, pode desativa-la, certo?

 

- Sim.

 

- Agora me lembrei – Jin Pigarreou – Mari, o que descobriu daquela coisa que a Elesis quebrou?

 

Era hora de passar o que eu sabia para todos. Percebi que quando ele disse aquilo, todos estavam ignorando meu problema de memória, e sim estavam olhando sobre o agora. Me senti mais confortável ainda.

 

- Há um intruso que se instala no córtex cerebral do modelo DK-mark, se vocês concentrarem dano físico naquela região e alguém utilizar uma pirotécnica, ele não vai conseguir se regenerar de nada, vai voltar a função principal depois que é derrotado.

 

- Seria ele explodir? – Arme se adiantou ao lado de Lass e Lire, seu cetro estava brilhando com uma luz laranja intensa, sinal que ela entendeu que tinha que usar suas bolas de fogo.

 

- Exatamente. Se fizermos isso, a tecnologia aqui não vai ser problema.

 

- Temos que ir depressa Amores! – Amy abraçou o próprio corpo com uma face bem medrosa – Estou sentindo os outros deuses em que lutamos e eles estão bem… mais estou quase não sentindo a deusa Gaia! Estou preocupada!

 

Jin a abraçou, como se fosse seu irmão mais velho.

 

- Nós vamos. Vai dar tudo certo Amy.

 

- ótimo. Então… vamos lá Grand Chase! – Ryan disse a todos e nós avançamos.

 

 

 

                                                                       ---//---

 

Não sei o que os grandes táticos diriam sobre nossa formação, mais eu digo que funcionou. Quando os monstros vinham, nós os distraíamos por um tempo pequeno, e dávamos brecha pra quem estava atrás, utilizar técnicas rápidas para abate-los. Vinhas venenosas, espantalhos, mognuns… não ficaram de pé, depois de nossa investida.

 

- CIRCULO DA MORTE! – Elesis começou a rodar seus sabres, e um círculo flamejante foi liberado, afetando dois mognus.

 

- IMPACTO MORTAL! – Sieghart conjurou um tornado de chamas ao seu redor, com sua lâmina erguida.

 

- EXPLOSÃO DE AMOR! Amy fez um movimento bastante lógico em atrair os monstros, depois repeli-los para longe.

- respirem isso aqui! - Arme balançou seu cetro e mirou nas vinhas venenosas - NUVEM DA MORTE!

- FLECHA DE ENERGIA! - percebi que um dos monstros se afastou com uma cotovelada seguida de quatro flechas rápidas, obviamente nocauteado.

Não queria ficar para trás, logo quis ajudar com o que eu podia.

 

- CAMPO ELETRÔNICO! – consegui derrotar dois espantalhos que morreram com a explosão. Uma vinha venenosa tentou dar um soco em mim, mais logo joguei nele uma partícula vermelha e bati meu manual na cara dele com uma quantidade boa de força, porque ele começou a colocar as patas em torno do local como se estivesse reclamando da dor.

 

- DANÇA DAS ADAGAS! – Lass rodopiou e esbarrou em mim no final, chutando o corpo de um espantalho para longe – desculpe Mari!

 

- Sem problema – respondi e logo voltei a luta. Houve um momento que um espantalho pulou tentando nos atacar, ele errou e logo tentou usar a língua contra Elesis. Abri meu manual e estendi minha mão direita. Senti minha magia passando e logo fiz um gesto no ar, e senti a energia ao meu redor, como uma parede.

 

- Não ouse me acertar coisa feia! – ela gritou em resposta e avançou, logo vi que ele iria abrir a boca e usar sua “lança-língua”. Corri e pulei, a língua saiu, mais meu corpo absorveu o impacto, ela não saiu machucada.

 

- TERREMOTO! – Elesis bateu com muita força no espantalho, que saiu para longe, sendo pego pelos chutes e socos de Jin.

 

- Tudo bem Mari?! – ela me olhou preocupada, até que me virei respirando tranquila. Eu teria sido acertada bem no estomago, mais o que caia no lugar era pedaços de mana, que parecia vidro. Ronan chegou perto para ver, mais logo viu que não tinha nada de errado, e que podíamos prosseguir.

 

- Bem esperta você em! – ele me elogiou – uma parede de mana… que tal você me ensinar isso em?

 

- que tal depois que enfrentarmos aquele DK-mark ali? – Sieghart ponderou e logo apontou para um segundo DK-mark III que lançou dois orbes de energia em nossa direção, desviamos e o imortal avançou.

 

- ESPADA BUMERANGUE! – ele soltou um bumerangue roxo para tentar travar os braços do construto, mais foi em vão porque o mesmo, soltou uma aura de expansão e a repeliu. Meu íntimo sabia que a luta terminaria mais rápido se eu intervisse.

 

- Ronan, vou ajudá-lo – avisei – consegue lidar com tudo?

 

- LAMINAS GÊMEAS! – Ryan bateu o machado na terra perto da gente e emitiu um rugido alto, repelindo o restante.

 

- Pode ir! – ele me disse e então corri para ajuda-lo.

 Ele deu um salto mirando a cabeça dele, como eu havia dito que era o ponto fraco dele. Rapidamente conjurei uma partícula azul e lancei contra o monstro. Ele tentou se defender e conseguiu, mais abriu uma brecha para o imortal usar sua lâmina e rachar uma boa parte da lataria.

 

- Agora Mari! – eu não hesitei e logo abri meu manual e peguei uma coisa bem pequena, embora eu soubesse o que era: um construto com capacidade aerodinâmica que tinha um cristal simples composto de quartzo e ânima que conseguia captar a energia com muita facilidade e transforma-la em algo destrutivo com um laser, era expansível e tinha propulsores. Eu o joguei para cima com uma rajada de energia e ele cresceu a ponto de se tornar uma pequena aeronave, pronta para seguir o curso que eu desejasse, já que era hora de incinerar algumas coisas...

 

- RAIO LASER! – invoquei e o meu protótipo voador seguiu disparando um raio laser em um segmento retilíneo, ou seja, em direção ao robô. O imortal recuou, viu que minha magia estava indo e do lado oposto, tentou ajudar.

 

-ONDA DE CHAMAS! – ele tentou jogar a onda para o córtex cerebral do construto e conseguiu. Quando as duas energias se chocaram, ele explodiu na hora, sem ter chance de regenerar, dando mais alívio para todos. O imortal sorriu para mim e eu retornei o gesto, por mais que… alguma coisa estivesse circulando bem forte no meu peito, fizemos um ótimo trabalho em dupla.

 

                                                                         ---//---

 

- É aqui! Consigo sentir que estamos perto! – Lire disse depois de quase trinta minutos de caminhada e de derrotar monstros.

 

- aonde está a deusa? – Lass perguntou um pouco intrigado até todos se assustarem com duas facas tribais serem lançadas por duas figuras bem… estranhas.

 

O que eu pude ver é que as duas eram mulheres, pareciam ter aproximadamente trinta anos ou mais, vestiam túnicas feitas de peles e penas de pássaro, eram idênticas devido ao tom de pele que era bem morena, por sorte a única coisa que dava para distinguir era a coloração das vestes: Uma delas era roxa, e a outra era laranja.

 

- Parados! – A de roxo gritou para nós – vocês não irão mais longe do que isso, eu não vou permitir!

 

                                   

Edited by SrBelmont
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Cara sério ta muit ***** !!!! 

Alguém sabe algum livro ou anime que se pareça com essa história ? 

Pork n vo aguenta fica esperando 

Só vou ficar satisfeito qnd tiver 200 cap kkkkkk 

Então alguém sabe anime ou livro que se pareça com essa história ?

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